domingo, 18 de setembro de 2011

Blá blá blá e o Mar..

Helena nãoq ueria nada mais do que sair correndo. Estava cansada. Das mesmas paredes, dos mesmos rostos, mesmo tudo. Muito blá blá blá, palavras e mais palavras... SÓ PALAVRAS.
Importantes, de fato, pra quem consegue ouví-las!
Ela não! Helena só queria correr, sem rumo, apenas pegar um ônibus qualquer, qualquer lugar. Descer não sei aonde, pra afzer nada, só andar. Quem sabe a estrada não lhe levaria até o mar.
Com as ondas brancas quebrando na areia, o prateado da lua, e seu reflexo no negro do mar.
O som, aquele que acalma, era isso. Ela queria o mar, queria tanto, que o imaginou, e ás águas pularam da sua imaginação, transbordaram dos olhos, inundaram a alma, e ela ficou aonde estava, nadando nos sonhos.
Naquilo que lhe era tão real, e num instante ela acordou, e não havia areia, nem mar, nem lua. Só palavras. Enfadonhas palavras. Importante, para quem conseguia ouví-las!